quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Patapon 3-PSP

Pon,pon, patapon!Ao contrário de “Patapon 2”, que é basicamente uma versão balanceada de “Patapon 1”, “Patapon 3” muda toda a estrutura básica e oferece uma experiência mais concisa. A mudança mais aparente é o número de patapons no seu exército, que passou de 18 para apenas 4.“Patapon 3” abre de um jeito desconcertante, com um vídeo pirotécnico, acompanhado por solos de guitarra. É inusitado, pois “Patapon” é estrelado por criaturinhas caricatas monoculares em um mundo tribal de fantasia. Essa abertura soa como uma triste propensão de dar um ar mais "radical" à série. Porém, mais que tudo, “Patapon 3” é um jogo que representa a franquia em uma encruzilhada, e marca a difícil tarefa da desenvolvedora Pyramid de evoluir a fórmula e ao mesmo tempo se manter fiel ao que a torna interessante.

À primeira vista, isso é uma regressão, mas uma das maiores perdas de tempo nos jogos anteriores era justamente gerenciar os montes de equipamentos em cada um dos seus patapons. O menor número facilita o gerenciamento e dá margem a mais experimentação com classes diferentes.
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Antes, mudar de classe era uma tarefa tediosa e muitos mantêm o mesmo time básico de Yumipons, Yaripons e Tatepons até onde era possível para não ter o trabalho de escolher novamente todas as armas, armaduras, escudos e elmos. Agora, o processo é simples e tem um incentivo extra na forma de habilidades equipáveis que podem ser usadas em diferentes classes.
“Patapon 3” é obviamente voltado para jogadores veteranos da série, pois desta vez não existem estágios de tutorial que explicam detalhadamente a função de cada um dos tambores e suas combinações. Aqui, todos os tambores e quase todas as canções estão liberados desde o início. Mesmo classes avançadas que demoram horas para serem liberadas nos jogos anteriores como os Robopons e Mahopons são facilmente abertas depois dos primeiros estágios.
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O foco é oferecer um jogo mais dinâmico que recompense mais a estratégia de se escolher as classes certas do que passar horas enfrentando Dodongas atrás de materiais raros: tanto que agora o aumento de habilidades do seu exército é baseado em um simples sistema de experiência. Equipamentos ainda têm um papel vital, mas agora é muito mais fácil conseguir itens e materiais.
Os dois primeiros “Patapons” eram jogos que transbordavam charme na sua apresentação com mecânicas experimentais que buscavam o balanceamento. “Patapon 3”, por outro lado, deixou de lado um pouco da sua personalidade e se foca em facilitar a sua jogabilidade. Como o vídeo de abertura atesta, é um pouco desconcertante, principalmente para veteranos da série, mas por baixo das mudanças existe um jogo superior aos anteriores, e é um feito admirável da desenvolvedora, que não teve receio de evoluir a fórmula, mesmo correndo o risco de alienar os fãs.

Dissidia 012: Duodecim Final Fantasy-PSP

O pacote inclui integralmente todo o conteúdo do primeiro jogoDuas gerações atrás, a Square Enix era uma empresa que simbolizava o melhor do estilo de desenvolvimento japonês, com jogos criativos, variados e com uma estética única. Ao longo do caminho, a desenvolvedora começou a tropeçar e a adotar uma filosofia contraditória: a maioria dos seus jogos são voltados ao público japonês. Mas ao mesmo tempo ela seguiu o pior do estilo de desenvolvimento ocidental, ou seja, o reaproveitamento sem vergonha de franquias já existentes.
O extravagantemente intitulado “Dissidia 012 Final Fantasy” é o melhor exemplo dessa era da Square Enix, pois apesar de oferecer o refinamento de mecânicas característico da produtora, o jogo é descaradamente derivativo.

OS dez maiores vilões dos games!!!

“Eu não sou um vilão, apenas sou incompreendido!”

“Eu não sou um vilão, apenas sou incompreendido!”
Heróis são tão grandes quanto seus vilões. O que seria de Luke Skywalker sem Darth Vader? Ou de Superman sem Lex Luthor? Os malvadões testam os limites dos mocinhos e acabam, de alguma forma, definindo a intensidade de suas jornadas.
Nos games, a coisa não é muito diferente. Vilões podem até ofuscar heróis em popularidade e acabam motivando os jogadores a prosseguir pelas fases, enfrentando suas hordas de capangas e armadilhas mortais.
Pensando nisso, reviramos a escória dos videogames e escolhemos 10 dos maiores malvados da história dos videogames.

‘IL-2 Sturmovik Cliffs of Dover’ chega para PC pela Ubisoft

Game chega às lojas com valor sugerido de R$ 79,00.

“IL-2” coloca os jogadores em uma incrível batalha pelos céus da Europa, e a Ubisoft acaba de lançar no Brasil a versão para PC de “IL-2 Sturmovik Cliffs of Dover”.
Versão em português acompanha o jogo com modo multiplayer para até 128 jogadoresTrata-se do novo episódio da famosa série de simuladores aéreos que chega às lojas com o preço sugerido de R$ 79,00. Em “IL -2: Sturmovik Cliffs of Dover” os jogadores poderão reviver a década de 1940 na pele de um servidor da Força Aérea Britânica, enfrentar a mortal Luftwaffe alemã e as forças aéreas italianas, buscando vencer os combates a bordo de dezenas de aeronaves militares durante a Batalha da Inglaterra.

‘Resident Evil: Revelations’ chega às lojas em 2012-DS

Game para Nintendo 3DS é um jogo completamente novo e se passa num navio.

Capcom revelou que o título chega às lojas em fevereiro do próximo anoO novo game da Capcom para o Nintendo 3DS, “Resident Evil: Revelations”, será lançado no dia 7 de fevereiro de 2012, conforme informou a produtora. “Revelations” é o segundo título da série de horror a chega no portátil da Nintendo, sendo o primeiro a ser realmente novo.

‘Far Cry 3’ promete superar os erros passados e incluir novos recursos à franquia--PC/X360/PS3

farcrySe você conhece a série “Crysis” certamente já ouviu falar de “Far Cry”. O game é o primeiro grande sucesso da produtora Crytek, pioneira em desenvolvimento de engines gráficas avançadas e de jogos que fazem os computadores “chorarem” com suas tecnologias.
“Far Cry” foi um desses jogos. O game apresentou pela primeira vez belos gráficos cheios de cores em uma floresta viva com um ambiente aberto e muita ação. O primeiro título da série fez um sucesso enorme, e deu espaço para não só “Crysis”, mas para a sua sequência, “Far Cry 2”, que, no entanto, foi adquirida e lançada pela Ubisoft. O jogo também mudou de ares e acabou transportando os jogadores de uma ilha paradisíaca para uma savana da África. E, apesar de ter sido muito bem feito, alguns erros e elementos “casca grossa” o tornaram um pouco menos valorizado.
Mas a Ubisoft Montreal parece ter aprendido com os erros anteriores e, pelo menos até agora, mostrou que “Far Cry 3” tem muito mais potencial, além de ser mais dinâmico em sua jogatina. Agora, você não vai mais precisar andar consideráveis minutos para chegar entre uma missão e outra e não será importunado com o fato das armas “estragarem” de uma hora para a outra.
Neste novo ambiente é contada a história de Jason Brody, um cara que sofreu um acidente com seu avião e acorda sem saber onde estão a sua namorada e amigos. O problema disso tudo é que existe uma espécie de grupo militar revolucionário habitando o local, e eles não se sentem à vontade com pessoas vindas de fora. Além de que os caras gostam de fazer pessoas sentirem dor.

Xbox 360 veste a camisa do Brasil!!!Xbox 360 veste a camisa do Brasil

Evento de lançamento do console nacional teve a participação do criador do Kinect e até do Ronaldo ‘fenômeno’

Xbox 360 agora também é brasileiro!
Xbox 360 agora também é brasileiro!
O console da Microsoft já começou a ser fabricado no Brasil e a partir de quarta-feira (5) está à venda nas melhores lojas do varejo por um preço novo e muito atrativo. Para celebrar esse passo no mercado brasileiro, a empresa organizou um evento na cidade de São Paulo para mostrar um pouco das novidades que vem por aí.
A festa de lançamento contou com grandes personalidades, como Alex Kipman, o inventor do sensor corporal de movimentos Kinect, e também o jogador Ronaldo, mundialmente conhecido como “fenômeno”.
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