quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Preview: Resident Evil: Operation Raccoon City////PS3-X360-PC

    Divulgação
Antes de explorar os cantos remotos do mundo em "RE4" e "RE5", a série "Resident Evil" contava a história da corporação Umbrella e dos agentes S.T.A.R. e como o vírus T causou uma infestação zumbi nas ruas de Raccoon City. É para esse cenário caótico que "Operation Raccoon City" retorna, mas contando o outro lado da história.

Atualização de sistema coloca português brasileiro como uma das línguas oficiais do PS3

O update também integra o PS3 com o PS Vita.

Agora, todos os menus do PlayStation 3 podem ser configurados em português do Brasil
Agora, todos os menus do PlayStation 3 podem ser configurados em português do Brasil.
A Sony lançou hoje a atualização 4.00 do firmware para o PlayStation 3. A maior estrela do update foi a anunciada integração com PS Vita, além de alguns ajustes no serviço de assinaturas do PS Plus, como a possibilidade de desativação dos downloads automáticos. Com a atualização, o PS3 pode transferir jogos, músicas e filmes para o vindouro portátil, além da possibilidade de usa-lo para transportar os saves do PlayStation 3.
Para os brasileiros, entretanto, uma novidade especial: a inclusão do nosso idioma entre os oficiais do PS3, o que deve ajudar a vida de muita gente. Com exceção de nomes de serviços, como Photo Gallery e Music Unlimited, nomes de troféus e conquistas, além dos próprios jogos, todos os itens do PS3 agora podem ser visualizados em português brasileiro, inclusive todos os menus de navegação.
A atualização do software do console já está disponível através da PlayStation Network.

Comissão da Câmara dos Deputados aprova diminuição de impostos para videogames

Outras duas comissões da Câmara precisam aprovar o projeto para que ele entre em vigor.

Com o projeto de Hugo Motta, videogames terão os mesmos benefícios de produtos de informática
Com o projeto de Hugo Motta, videogames terão os mesmos benefícios de produtos de informática
Entre escândalos, projetos de lei estapafúrdios e desvios milionários de dinheiro, às vezes algumas boas notícias vêm diretamente dos políticos. Ontem (30/11), a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados aprovou a proposta que pretende enquadrar os videogames na mesma lei que reduz os impostos sobre os produtos de informática, o que é desejado há muito tempo por todos os jogadores brasileiros.

Games violentos alteram funções do cérebro de jovens, diz estudo

Funções cognitivas e emocionais são influenciadas por jogos do gênero.Alterações foram detectadas depois de uma semana de experiência.

Os videogames violentos alteram as funções cognitivas e emocionais do cérebro de jovens em apenas uma semana, segundo dados apresentados nesta quarta-feira (30) pela Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA, na sigla em inglês).
"Pela primeira vez percebemos que uma amostra aleatória de jovens adultos evidencia menos ativação em certas regiões frontais do cérebro depois de uma semana jogando em casa", disse o professor Yang Wang, pesquisador da Universidade de Indiana.
O estudo, que utilizou os dados procedentes de ressonâncias magnéticas, submeteu à análise 22 homens entre 18 e 29 anos, que foram separados em dois grupos iguais.
Um grupo jogou videogames de tiro em primeira pessoa durante 10 horas ao longo de uma semana para na seguinte não jogar, enquanto o outro grupo se manteve isento desta rotina durante esses 14 dias.
Para obter dados comparativos, os indivíduos que jogaram durante a primeira semana foram submetidos a uma ressonância magnética enquanto realizavam várias tarefas.
Este grupo mostrou uma menor ativação do lóbulo frontal inferior ao realizar as provas emocionais com palavras de ações violentas e não-violentas, e também uma redução da atividade no córtex na hora de desempenhar tarefas numéricas. Na semana seguinte, livre dos games, essas mudanças cerebrais diminuíram.
Segundo o professor Wang, os resultados demonstram que os jogos violentos têm um efeito a longo prazo nas funções cerebrais.

 

Cias de videogames se inspiram em TV a cabo e querem assinantes

NOVA YORK (Reuters) - As companhias de videogames querem vender assinaturas de seus jogos, em lugar de compras diretas, de olho em receita firme e previsível que poderá estimular os negócios e proteger as empresas contra incertezas econômicas.
Foi essa a mensagem dos principais executivos do setor de videogames, entre os quais Bobby Kotick, presidente-executivo da Activision Blizzard; Strauss Zelnick, presidente-executivo da Take Two Interactive; e Brian Farrell, presidente-executivo da THQ, que falaram durante a Reuters Global Media Summit esta semana.
Apesar da projeção de crescimento de 5 por cento, para 67,2 bilhões de dólares, em 2012, o mercado de videogames tem registrado queda nas vendas dos principais produtos para consoles, enquanto companhias de jogos sociais como Zynga atraem a atenção dos investidores com seu ritmo fervilhante de crescimento.
Tentando aproveitar o modelo do setor de TV a cabo, as companhias tradicionais de videogames querem se proteger contra períodos de dificuldades econômicas por meio de formas atraentes de convencer usuários a pagarem assinaturas mensais de videogames.
"A grande vitória seria ter uma base de consumidores que pagasse assinaturas mensais. Ter essa receita mensal de assinatura, em lugar das compras diretas, seria um modelo de receita muito diferente para uma companhia de videogames", disse Farrell, da THQ.
O conceito de assinaturas não é uma completa novidade nos videogames. Há anos, jogadores vêm desembolsando dinheiro todos os meses para jogar "World of Warcraft", da Activision, e outros jogos para múltiplos jogadores que podem ser utilizados por milhares de usuários simultaneamente.
A novidade, porém, é que pela primeira vez as companhias estão usando esse modelo para outros tipos de jogos, como videogames de combate e de esportes.
A Activision revelou um serviço de assinatura anual, ao custo de 50 dólares, para sua série "Call of Duty", oferecendo atrativos como novo conteúdo de jogo a cada mês.
O serviço, chamado "Call of Duty: Elite", já atraiu 1 milhão de assinantes pagantes, desde seu lançamento em 8 de novembro.
Algumas semanas antes, a Electronic Arts lançou um programa de assinatura anual de 25 dólares que dá acesso a cinco jogos de esportes e oferece descontos sobre o conteúdo novo.
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