Mas o New York Times está falando de um novo serviço chamado "Amuse Me" ("Me Divirta"), que permite aos seus clientes comprar games personalizados e tecnologicamente avançados.
"Agora um novo serviço, o "Amuse Me", está transformando games em um objeto de luxúria personalizado. Ele oferece jogos feitos sob medida nos quais as pessoas podem recriar as histórias de suas vidas, lutar com os personagens que quiserem e investir em peças únicas de arte midiática."
O preço desses jogos depende do nível de personalização desejado: cada elemento alterado custa 20 euros. O artigo diz que os games mais "de luxo" podem custar até 50 mil euros ou US$ 67 mil.
"O "Amuse Me" faz jogos personalizados dependendo da imagem da pessoa, da mesma forma que acontece quando alguém encomenda um retrato para um pintor", diz Florent Deloison, um dos artistas do serviço, cujo trabalho já foi exibido no Pompidou Center em Paris.
"Em uma era de produção em massa padronizada, o verdadeiro luxo é a singularidade de um objeto", diz. "É como fazer um jogo no qual cada fase seria baseada na estrutura do seu DNA".
Eu não sei se seria capaz de gastar US$ 70 mil em um desses, mas seria bem legal jogar "Eu: O Videogame". Melhor ainda: dar um desses para um amigo. Desse jeito eu poderia enfiar coisas que não gosto nesse amigo dentro do próprio jogo!
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