Quem tem o hábito de jogar conseguiu combater ameaças em sonhos ruins.Estudo comparou sonhos de 86 militares dos EUA e Canadá.
Um estudo realizado pela Associação Americana de Psicologia afirma que pessoas que jogam videogame regularmente têm menos pesadelos ou conseguem combatê-los mais facilmente do que quem não tem o hábito de jogar, de acordo com reportagem do jornal "Wall Street Journal".A pesquisa comparou os sonhos de 64 gamers que jogam todos dias com 22 pessoas que não costumam jogar com frequência, todos eles membros do serviço militar dos Estados Unidos e do Canadá, sendo que alguns não exercem mais esta função. O resultado é que quem jogou videogame teve mais sonhos bons e não teve relatos de estresse pós-traumático do que quem não tem o hábito de jogar videogame.
Ao relatar pesadelos, os militares que não jogam afirmaram ter sido vítimas passivas nos sonhos, ou seja, não conseguiam lutar contra o que os estava ameaçando, enquanto que os jogadores afirmaram ter confrontado as ameaças, sendo vítimas ativas, segundo o estudo.
A pesquisa aponta que jogos violentos e de guerra, como "Call of Duty" e "Battlefield" podem ter efeitos benéficos em soldados que atuam em zonas de combate. O fato de participar de confrontos virtuais e vencê-los podem ajudar na motivação e na formação psicológica.
A reportagem do "Wall Street Journal" afirma que a pesquisa ainda é inicial e que os resultados ainda são sugestivos. Mais dados serão analisados e publicados posteriormente, afirma a associação de psicologia.Ao relatar pesadelos, os militares que não jogam afirmaram ter sido vítimas passivas nos sonhos, ou seja, não conseguiam lutar contra o que os estava ameaçando, enquanto que os jogadores afirmaram ter confrontado as ameaças, sendo vítimas ativas, segundo o estudo.
A pesquisa aponta que jogos violentos e de guerra, como "Call of Duty" e "Battlefield" podem ter efeitos benéficos em soldados que atuam em zonas de combate. O fato de participar de confrontos virtuais e vencê-los podem ajudar na motivação e na formação psicológica.
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