'GoldenEye’ volta mais uma vez aos consoles e, com isso, relembramos outros games refeitos, remasterizados e continuados anos depois
Boas ideias não nascem em árvores. Ocasionalmente, os desenvolvedores ficam com medo de investir em novas franquias e, por isso, precisam dar uma olhada para o passado, para buscar inspiração.
A inspiração, ocasionalmente, vira cópia e aí surgem relançamentos, remakes, reboots e versões remasterizadas de games clássicos, se agarrando no valor da marca e apelando para a nostalgia do jogador. Alguns conseguem reproduzir a grandeza do original, outros acabam exacerbando suas falhas, mas, pelo menos, são boas formas de fazer jogadores mais novos conhecerem franquias clássicas.

A reimaginação de “Splatterhouse”, um game chocante pela violência, mas não exatamente brilhante dos anos 90, não atraiu muito a atenção da crítica, mas pelo menos evoluiu alguns aspectos da trama e adaptou a jogabilidade 2D dos originais em um beat’em up 3D.


Comemorando o aniversário da franquia, a Microsoft prepara, para o dia 15 de novembro, uma versão com gráficos atualizados do jogo e um multiplayer retrabalhado, misturando mapas antigos com inovações introduzidas em “Halo: Reach”. Para quem jogou na época, é uma boa chance de rever este clássico, mais bonito que nunca. Para quem nunca jogou, “Halo” ainda é um dos FPS mais excitantes de todos os tempos.

Em uma estratégia para colecionar todo o dinheiro das crianças, a Nintendo remasterizou as primeiras aventuras Pokémon para o GBA, atualizando os gráficos e o som, além de incluir novos golpes e a possibilidade de realizar lutas entre duas duplas de Pokémons. É a versão definitiva de um dos games portáteis mais clássicos de todos os tempos.

Percebendo isso, a Nintendo resolveu revirar o baú de velharias, dar uma polida e relançar, para o 3DS, o grande vôo de Fox, em gloriosos gráficos 3D. Se você gostava de enfrentar Star Wolf e chutar o traseiro de Andross nos anos 90, essa atualização é obrigatória.
Conker: Live & Reloaded | 2005 | Rare | Xbox
O último game da Rare para o Nintendo 64 é também um dos melhores. O que começou como mais um game fofinho de plataforma da Rare estrelando um mamífero felpudo, se tornou uma gigantesca sátira da cultura pop, que investe em escatologia e violência para arrancar algumas risadas. E tudo protagonizado por um esquilo vermelho, bochechudo e beberrão.
O remake, lançado para Xbox, atualiza os gráficos, modifica algumas coisas no modo single player e refaz totalmente o multiplayer para a Xbox Live. Infelizmente, a Rare não acertou a mão com o modo online e algumas referências, hilariantes em 2001, já estavam meio cansadas em 2005, como “Matrix” e “Resgate do Soldado Ryan”.

“Reloaded” é uma maquiagem em cima de um remake/versão do clássico, lançada para Wii, que mudou detalhes da trama do original, além de mudar a aparência de todos os personagens, incluindo o próprio espião britânico, interpretado na época por Pierce Brosnan, que agora traz a aparência e voz de Daniel Craig. É tão revolucionário e divertido quanto o original? Não. Mas é um FPS sólido, com um toque de nostalgia escondido por trás de novas emoções.
A inspiração, ocasionalmente, vira cópia e aí surgem relançamentos, remakes, reboots e versões remasterizadas de games clássicos, se agarrando no valor da marca e apelando para a nostalgia do jogador. Alguns conseguem reproduzir a grandeza do original, outros acabam exacerbando suas falhas, mas, pelo menos, são boas formas de fazer jogadores mais novos conhecerem franquias clássicas.
Splatterhouse | 2010 | Namco Bandai | Xbox 360, PlayStation 3
Um nerd e sua namorada desproporcionalmente bonita entram em uma mansão aterradora e isolada. Como é de se esperar nestas circunstâncias, algo terrível acontece e ele, de posse de uma máscara demoníaca, precisa salvar sua amada de um cientista maluco.A reimaginação de “Splatterhouse”, um game chocante pela violência, mas não exatamente brilhante dos anos 90, não atraiu muito a atenção da crítica, mas pelo menos evoluiu alguns aspectos da trama e adaptou a jogabilidade 2D dos originais em um beat’em up 3D.
Mega Man 9 | 2008 | Capcom | Xbox 360, Wii, PlayStation 3
Poucas franquias sofreram tanto desgaste quanto MegaMan, que dominava a mente dos amantes de plataforma na época do NES e SNES. Quase caindo no esquecimento após uma sequência de games descartáveis, o robôzinho azul já estava se desvirtuando em RPGs quando a Capcom resolveu trazer a franquia do limbo na forma de Mega Man 9, um tributo/sequência elaborado com músicas e gráficos idênticos aos vistos na era de ouro do Nintendinho. Para os jogadores mais novos, é uma neo-velharia esquisita. Para os jogadores mais velhos, é o resgate de uma era na qual era preciso suar a camisa para ver o final de um jogo.Halo: Combat Evolved | Anniversary Edition | 2011 | Microsoft | Xbox 360
“Halo: Combat Evolved” mudou o cenário do mundo dos videogames para sempre. Não apenas ele viabilizou uma cultura de FPS em multiplayer nos consoles, como colocou a Microsoft no mapa na era do primeiro Xbox. Isso foi há 10 anos.Comemorando o aniversário da franquia, a Microsoft prepara, para o dia 15 de novembro, uma versão com gráficos atualizados do jogo e um multiplayer retrabalhado, misturando mapas antigos com inovações introduzidas em “Halo: Reach”. Para quem jogou na época, é uma boa chance de rever este clássico, mais bonito que nunca. Para quem nunca jogou, “Halo” ainda é um dos FPS mais excitantes de todos os tempos.
Pokémon FireRed/LeafGreen | 2004 | Nintendo | GameBoy Advance
Se você foi uma criança nos anos 90, provavelmente foi atingido violentamente pela onda Pokémon em algum momento. A série de games para GameBoy Color fez das crianças verdadeiros colecionadores dos bichinhos virtuais, enquanto desenvolvia mecânicas de RPG intrincadas e, ao mesmo tempo, acessíveis.Em uma estratégia para colecionar todo o dinheiro das crianças, a Nintendo remasterizou as primeiras aventuras Pokémon para o GBA, atualizando os gráficos e o som, além de incluir novos golpes e a possibilidade de realizar lutas entre duas duplas de Pokémons. É a versão definitiva de um dos games portáteis mais clássicos de todos os tempos.
Star Fox 64 3D | 2011 | Nintendo | Nintendo 3DS
Fox McLoud protagonizou um grande clássico no Nintendo 64, mas, tirando seus arranca-rabos contra outros personagens da Nintendo em Super Smash Bros., não protagonizou muitos bons games desde então.Percebendo isso, a Nintendo resolveu revirar o baú de velharias, dar uma polida e relançar, para o 3DS, o grande vôo de Fox, em gloriosos gráficos 3D. Se você gostava de enfrentar Star Wolf e chutar o traseiro de Andross nos anos 90, essa atualização é obrigatória.
O último game da Rare para o Nintendo 64 é também um dos melhores. O que começou como mais um game fofinho de plataforma da Rare estrelando um mamífero felpudo, se tornou uma gigantesca sátira da cultura pop, que investe em escatologia e violência para arrancar algumas risadas. E tudo protagonizado por um esquilo vermelho, bochechudo e beberrão.
O remake, lançado para Xbox, atualiza os gráficos, modifica algumas coisas no modo single player e refaz totalmente o multiplayer para a Xbox Live. Infelizmente, a Rare não acertou a mão com o modo online e algumas referências, hilariantes em 2001, já estavam meio cansadas em 2005, como “Matrix” e “Resgate do Soldado Ryan”.
GoldenEye 007: Reloaded | 2011 | Activision | Xbox 360, PlayStation 3
“GoldenEye” é um dos mais aclamados FPS da história dos consoles. Lançado em 1997 para o Nintendo 64, ele trouxe um modo para um jogador explosivo, gráficos impressionantes e um modo multiplayer completamente viciante.“Reloaded” é uma maquiagem em cima de um remake/versão do clássico, lançada para Wii, que mudou detalhes da trama do original, além de mudar a aparência de todos os personagens, incluindo o próprio espião britânico, interpretado na época por Pierce Brosnan, que agora traz a aparência e voz de Daniel Craig. É tão revolucionário e divertido quanto o original? Não. Mas é um FPS sólido, com um toque de nostalgia escondido por trás de novas emoções.
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