Motivo é um ataque contra Teerã mostrado no jogo.
Apesar desse comunicado ser o primeiro oficial no sentido de apontar a proibição de "Battlefield 3", lojistas de Teerã relataram que o governo já havia tomado medidas para impedir que o título chegasse às lojas do país, o que foi encarado como uma forma de antecipar a repressão e de censurar o jogo. É o que confirmou um dos lojistas a uma agência de notícias internacional, que afirmou que "não tem cópias do jogo".
Ele acrescentou aos jornalistas que membros da polícia local "invadiram algumas lojas e prenderam seus proprietários por venderem o título secretamente", tudo antes da proibição ser publicada oficialmente. Um jornal iraniano noticiou que, em protesto contra as prisões, "jovens iranianos organizaram uma petição online" para pedir pela liberação dos lojistas e da venda do jogo no país.
"Entendemos que a história de um jogo é ficcional... mas acreditamos que o jogo foi propositalmente lançado em um momento em que os EUA estão pressionando a comunidade internacional para tomar medidas contra o Irã", afirma um trecho da petição online, que já conta com 5 mil assinaturas.
"Battlefield 3" foi lançado pela Electronic Arts em 25 de outubro, e conta com uma série missões em países do Oriente Médio e da Europa. Uma mecânica interessante do título é que além de soldados inimigos, o jogador deve se proteger também de terremotos, especialmente no Irã e Iraque.
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